Me escondo dentro da sua concha.
As vértebras encaixando uma a uma no tórax dela ou as dela nos meus seios sufocando.
A respiração sincronizando e os suspiros expelidos em uníssono. Se te viro me reviras, se te dou as costas, torna-te minha manta.
Ali, adormeço e esqueço de tudo que eu ainda não entendi.
Para minha neguinha
1 adubaram:
A mídia fala em Bruno
Eliza e gravidez
Flamengo, orgia e fumo
-esta é a bola da vez!-
Tem muito 'especialista'
Em busca de alguma pista
Pra ser o herói do mês
E a história se repetindo
Mudando apenas o nome
Outra mulher sucumbindo
Sob ameaça dum homem
Uma vida abreviada
Cuja morte anunciada
A estatística consome
(...)
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